Desde muito novos, todos estamos habituados a ser confrontados com situações em que temos que optar entre várias hipóteses, havendo sempre vantagens e desvantagens inerentes a essa escolha. O primeiro conflito em que temos que optar entre comer o prato que menos gostamos ou ir para o quarto escuro, a escolha do nosso futuro escolar no final do ensino básico, entre, obviamente, muitas outras. Assim, a vida é feita de escolhas que devem ser ponderadas, de preferência em conjunto com as pessoas mais próximas, como a família e os amigos. Todas essas escolhas - algumas mais importantes que outras - são portas que abrimos e grande parte delas serão reflectidas no nosso futuro. Como tal, o caminho deve ser escolhido com convicção mas sempre na maior das seguranças. O risco, factor intrínseco à vida, pode-nos levar a optar pelo caminho errado e como consequência temos que ser humildes e dar um passo atrás.
A confusão é um estado imutável da adolescência,
a fase das escolhas mais importantes da vida humana.
(O problema é que o adolescente raramente tem perspicácia para fazer a escolha certa.
Pensa sem ouvir os mais versados e erra por isso.)
A confusão é um estado imutável da adolescência,
a fase das escolhas mais importantes da vida humana.
(O problema é que o adolescente raramente tem perspicácia para fazer a escolha certa.
Pensa sem ouvir os mais versados e erra por isso.)


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